Fiat mata Grand Siena, Doblò e motor 1 8, e Mobi já parte dos R$ 60.000

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Fiat mata Grand Siena, Doblò e motor 1 8, e Mobi já parte dos R$ 60.000

Já o Grand Siena chegou ao mercado em 2012, como segunda geração do Siena e derivado do Novo Palio (projeto 326). Convivia com o Siena convencional e tinha posicionamento mais premium no segmento de sedans compactos, similar ao que VW Virtus e Chevrolet Onix Plus ocupam atualmente. A Doblò foi lançada há pouco mais de 20 anos, em 2001, aproveitando a plataforma 178 da família Palio. Desde então, apesar de algumas atualizações visuais e de motorização, nunca trocou de geração. Todos no Auto+ são apaixonados pelo universo sobre rodas – automóveis, motos e velocidade nas pistas on e off-road. Produzimos conteúdo orientado para uma informação de qualidade e precisa, capaz de se comunicar com os mais variados perfis de público – desde pessoas que mergulham de cabeça no tema até os mais leigos.

Cronos virá ao resgate

Esse motivo o colocou como um dos queridinhos de vendas para taxistas e motoristas de aplicativo. Lançado em 2012 com base na segunda geração do Fiat Palio, o Grand Siena conviveu com o modelo original por alguns anos. Contudo, com o lançamento do Cronos em 2018, o Grand Siena foi rebaixado a sedã de entrada da Fiat, passou a contar só com versões básicas e motor 1.0 e 1.4 da família Fire. O 1.4 Fire de 88 cv também seguiu disponível até o fim, com direito a preparação de fábrica para receber GNV. O preço mais alto justifica-se não só pelo espaço interno e boa dirigibilidade, mas também pela garantia de 3 anos do carro.

Responses to "Fiat Grand Siena: qual o consumo de combustível das atuais versões?"

A média de consumo em cada uma delas vai variar de acordo com o motor e demais especificidades de performance de cada uma. Recomendamos que você faça um test drive em ambos os carros e em outros topo de linha para sentir qual deles se adequa melhor às suas necessidades, além de conferir também a ficha técnica e os itens de série. Entre o Grand Siena ou Cobalt, há também a relação de melhor custo-benefício do Fiat, mas para quem prioriza o conforto, vale a pena pagar o preço do carro e levar um Cobalt para casa. A briga é boa, mas aqui temos dois modelos de sedãs usados, porém ainda são opções viáveis, de marcas conceituadas, cada um com suas qualidades e defeitos. Por outro lado, esse é um daqueles carros que, ou você morre de amores por ele, ou você odeia.

Preço das peças do Fiat Grand Siena

Todas eram mortes já esperadas há meses, mas a Fiat resolveu esperar o último dia do ano para formalizá-las. Em vez de ser construída nos Estados Unidos ou no Reino Unido, a fábrica da Tritec foi instalada em Campo Largo, no Paraná. Ela iniciou suas operações em 1999 e toda sua produção era destinada ao mercado externo – com direito a exportações para a China, onde seriam usados em carros da Lifan e da Chery. O encerramento da produção do Grand Siena se tornou ainda mais óbvio quando Quatro Rodas descobriu que a Fiat está prestes de lançar um inédito Cronos 1.0. A nova versão, porém, terá o motor três-cilindros 1.0 Firefly (que também pode ter perdido alguns dos seus 77 cv).

Teste com GNV

A desvalorização também é menor – 0,4% contra 0,76% do Grand Siena –, sendo vantajoso para revenda. A condução é melhor, o conjunto mecânico pode não ser superior ao Grand Siena, mas nas arrancadas ele se garante, graças a sua relação peso/torque de 67,2 kg/kgfm. Além disso, os consumidores elogiam a manutenção de baixo custo, o sistema de multimídia, o excelente câmbio automático e uma suspensão macia. O desempenho é melhor considerando também a relação peso/potência de 9.81 kg/cv no Siena e 10,64 kg/cv no Cobalt, sendo que a diferença de peso entre eles é mínima (1148 contra 1149 kg).

Quatro Rodas

Para o seu lugar, a Stellantis deve lançar no primeiro semestre de 2022 a linha 2023 do sedan Cronos com uma inédita configuração 1.0 Firefly, de apelo mais popular. Além disso, tanto o três-volumes quanto o Argo ganharão novas versões de topo equipadas com o conjunto 1.3 CVT recentemente estreado por Pulse e Strada. O causador do fim das vendas de todos esses produtos de uma só vez é o Proconve L7, nova legislação sobre eficiência energética e emissões de poluentes que entra em vigor no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2022. Pelo mesmo motivo, o Uno já havia tido o encerramento de sua produção confirmado, através de uma série especial de despedida chamada Ciao. Essa despedida do motor 1.8 E.torQ no Brasil também será estendida ao Jeep Renegade, que terá o motor 1.3 GSE Turbo de 185 cv em todas as versões (inclusive a 4×4) a partir de fevereiro. A Fiat aproveitou as últimas horas de 2021 para enxugar sua gama de modelos.

Prós e contras do Fiat Grand Siena Essence 1.6 Dualogic

Ele será lançado junto com o Cronos 1.3 CVT, substituto dos Cronos Drive 1.8 AT, Precision 1.8 AT e HGT 1.8 AT, nos primeiros meses de 2022. Já entre os motores, o Proconve L7 acabará dará fim à longa vida do motor E.Torq em nosso mercado. Apresentado em 2010 em substituição aos propulsores de origem GM que a Fiat utilizava, teve versões 1.6 e 1.8, sendo o último encontrado até hoje em Argo, Cronos, Toro e Doblò, além do Jeep Renegade. Analise todos os pontos mais importantes para você, como encosto de cabeça, bancos com regulagem de altura, trava automática das portas, desempenho na cidade e na estrada, velocidade média, consumo médio e mais aspectos. Além disso, o Cobalt tem capacidade para 54 litros no tanque de combustível, 6 litros a mais do que no rival. Além disso, ele oferece banco traseiro bipartido, ar-condicionado, ajuste de volante em altura, luz no porta-luvas e no porta-malas.

  • Essa resposta você terá em nosso comparativo de hoje, onde vamos colocar os sedãs Fiat Grand Siena x Chevrolet Cobalt frente a frente.
  • O causador do fim das vendas de todos esses produtos de uma só vez é o Proconve L7, nova legislação sobre eficiência energética e emissões de poluentes que entra em vigor no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2022.
  • A resposta virá com a adoção do futuro câmbio automático CVT da Fiat, que estreará no Pulse, que então trabalharia em conjunto com o atual motor 1.3 aspirado.
  • A fábrica de Campo Largo deve seguir fabricando a usina para ser usada em veículos de exportação, pelo menos por mais alguns meses.

Tudo pelas mãos de um time comprometido em fazer o melhor, de maneira cuidadosa e com um olhar criativo.  CarroSP grand siena 2015  da Tritec, empresa formada em 1997 por uma joint-venture entre a Chrysler (que se fundiria com a (que se fundiria com a Daimler no ano seguinte) e a britânica Rover, então subsidiária da BMW. Depois, no final de 2019, a linha 2020 estreou com o logotipo “Fiat” por extenso na traseira, o que eliminou a abertura elétrica do porta-malas, e lanternas escurecidas. Na frente, o contorno cromado da grade frontal foi trocado por uma moldura preta e os faróis passaram a ter máscara negra. De outro, o espaçoso Cobalt, feito para quem viaja muito com amigos ou família e não quer dificuldade nem para guardar a bagagem nem para os ocupantes se acomodarem. No entanto, se for abastecido com álcool, o Cobalt faz os mesmos 6,9 km/l do oponente na cidade, mas ganha vantagem na estrada, com 9,5 km/l. Quando abastecido com gasolina, o Grand Siena consegue fazer 10 e 12,6 km/l (cidade e estrada, respectivamente) contra 8,9 e 12,3 km/l do Cobalt. O bom espaço também se estende ao porta-malas com 563 litros contra 520 litros do Grand Siena. Excelente opção para quem vai levar amigos ou família para viajar de carro. O modelo da marca norte-americana foi bastante generosa com seus consumidores e as recomendações dele sobre esse aspecto são muitas. A fábrica de Campo Largo deve seguir fabricando a usina para ser usada em veículos de exportação, pelo menos por mais alguns meses. Depois, o futuro do complexo é incerto, visto que todas as famílias mais recentes de motores da Stellantis vêm sendo feitas em Betim (MG). O 1.8 E.torQ, por sua vez fez parte de uma dupla de propulsores, ambos flex, com quatro cilindros e 16 válvulas, junto de outra usina com 1,6 litro de capacidade cúbica. Ambos foram lançados em 2010, sempre com produção em Campo Largo (PR), e derivavam da usina 1.6 Tritec que pertenceu ao Mini Cooper ao longo dos anos 2000.